fatal hamartia
Estamos em 438, datado pós a estadia da luz
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FALKREATH-WEYLIN, Tomek

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FALKREATH-WEYLIN, Tomek

Mensagem por Tomek Falkreath-Weylin em Dom Jul 17, 2016 9:46 pm

"Eis que surge um novo herói, aquele que se quer temeu enfrentar desafio de navegar pela caminho ao qual lhe trouxe à nós. Devo então, questionar-lhe o maior mistério: quem és o ser divino frente a mim?", ouço o homem dizer.



"Maravilhoso! Esplêndido! Vamos, vamos, adiante-se logo, há quem te aguarde", disse o homem em sua empolgação ímpar. Sua animação era um tanto quanto irritante mediante ao que havia respondido. "Peço tão somente que aguarde enquanto faço as minhas anotações. Novamente...", ele veio a continuar, retornando com uma pausa enquanto parecia relembrar tudo aquilo que eu havia dito.



"Ouranos Tomek Lloras Falkreath-Weylin, nascido em quatro de janeiro, tendo trinta e oito anos, um filho de Juventa, especificamente, um político, certo?", ele "questionou". Havia repetido todas as informações dadas por mim. Aquilo era sério? Pude tão somente assentir, remetendo aos poucos fatos que me eram importantes no passado, fatos que remetiam a minha história, a quem eu realmente era.



Ali tornava a viajar em meio passado, envolvendo-me pelo meu passado e tendo a total certeza daquilo que um dia me tornara a pessoa que eu sou. Haveria devaneio mais complicado?



(...)

Você é capaz de se recordar do primeiro momento em que se sentiu completamente estranho ou diferente perante a sociedade? É bem provável que não. apenas sabe que teve um sentimento inexplicável. algo que mudou por completo a sua vida dali em diante, mas que estranhamente, não consegue se recordar. Queria tanto, mas tanto poder contemplar deste momento em que buscamos em nosso consciente, a exata situação em questão e não a encontramos. jurei ao mundo que esqueceria. é visível que sou um homem incapaz. uso todos os dias desse pensamento avassalador para dar início ao meu dia. Machuco meu corpo como jamais poderia. deixo feridas constante na minha alma. Sadismo ou ódio ao meu eu? Um pouco de cada. amante da obtenção do orgasmática com humilhação e qualquer sofrimento físico de outrem; o ser pecaminoso; amedrontado e principalmente pelo ato libidinoso. Sou aquele que conhece dos mais remotos cantos de satisfação dos meus homens; as áreas erógenas da forma masculina. Nada mais sou que uma criança amedrontada pelo passado, obrigada a ceder seu corpo constantemente aos demais em meio a violência. Violentado, corrompido, estuprado, vítima do amor de um divino, posso dizer.



(...)


Clamem por mim! Clamem pelo meu corpo!



A visão do que é erótico pode variar para muitos. há de convir que uma bos parte da população considera incitante alguém de "forma bela" com um gingado. eu concordaria se não considerasse o quesito "pouca roupa", demasiadamente importante. remexa o seu corpo preso a uma pequena quantidade de tecido sob um palco e ao som de uma música com mínimas batidas. saberá o quão pode lucrar com o comércio do corpo.



O glamour não se tem. apenas um grande holofote, cédulas voando ao seu redor e o som de gritos que se misturam ao clamarem pela exibição completa da majestosa visão; a nudez dita em português levemente rebuscado.



É de tudo isso que necessito. a sujeira do mundo ao meu alcance. posso assim tocar, todos os homens que jamais alcançaram o brilho da fama. abusam, portanto, da única oportunidade que tem de possuir aquele que lhe é superior ao menos um momento. Fazem deste, fazem de mim, alguém tão imundo quanto estes pela degradante vida que tem como posse. um frustração geradora de lucros que pertencem apenas a mim. O primeiro dado para cessar a cobiça pela carne, o segundo preso ao dinheiro e o terceiro a minha mente. os três requisitos adquiridos pela tortura do passado, pelo meu trabalho, pela vida; os mesmos três que dão vida aos meus dedos e que por sua vez, detalhadamente, em uma caligrafia confusa, compõe incessantemente palavras em rimas e sons guardados no mais obscuro canto da forma encefálica.



A pureza não sobrevive em mim. Meus pecados se escondem sobre a minha grande eloquência. Um homem, um político, uma puta qualquer. O destino conduzira meu corpo. A própria mãe que lhe personifica um dissera aos meus ouvidos "és aquele que descera ao submundo mundano para ascender a eternidade, meu amado". Ananque e Febo haviam me toca. O ser que satisfazia o desejo doutros, eu, não mais servia aos que mal pagadores dum bordel, mas sim aos divinais deuses em suas trocas de prazer junto ao brincar do destino.



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And I feel it running through my veins, and I need that fire just to know that I'm awake.

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Re: FALKREATH-WEYLIN, Tomek

Mensagem por Calypso em Sab Jul 30, 2016 12:44 pm

A cidadela te espera, meu caro. Nós sabemos perfeitamente que sua sobrevivência fora algo difícil de conquistar em sua juventude. Justo deve ser que possa construir sua vida novamente. Sophrosyne é toda sua, herói.



i. Aqueles nascidos da mãe da juventude, consagrada pelos trabalhos domésticos e admirada por sua beleza;
ii. Um político nato, dono de um saber em cada fala, você se destacou entre seus demais, tornando-se um dos membros da cúpula.




i. Um chicote peculiar em comparação aos demais, este é feito com couro de tonalidade que remete muito a de sua pele, sendo igualmente trançado de modo a possuir três pontas que carregam consigo as mais afiadas lâminas. O cabo é envolto pelo mesmo material, havendo detalhes minúsculos que sempre formam a mesma rosa que presenta sua progenitora.

ii. Como oráculo e possuidor do dom da visão, você fora escolhido a dedo para uma noite com o senhor do Sol, tendo se sobressaído pela alma devastadora que possuí. Logo após ter sido amaldiçoado, uma pulseira de ouro fora envolta ao seu braço, sendo praticamente um acessório que simboliza todo o seu poder.

iii. Um pequeno broche igualmente dourado ao tom que rodeia a cúpula em que o conselho vive. O objeto representa de forma clara aqueles homens e mulheres que os possuem, enfatizando o poder que lhes são de direito.




Atualmente, devido ao seu grande desempenho, encontram-se dispostos um alcanço de maior de seus atributos, totalizando em zero, bem como disposto ao nivelar de seu intercrescimento, ocorrido em dezessete de julho do ano passado, o que lhe faz alguém de nivelação medida em vinte. Concede-se, portanto, a possibilidade de ser observado as atribuições dadas as características, como as que se seguem.



00
i. A descrição da robustez, conforme o que se deve estar no sistema;
00
ii. A descrição do estímulo, conforme o que se deve estar no sistema;
00
iii. A descrição da desenvoltura, conforme o que se deve estar no sistema;
00
iv. A descrição da percepção, conforme o que se deve estar no sistema;
00
v. A descrição do raciocínio, conforme o que se deve estar no sistema;
00
vi. A descrição da sagacidade, conforme o que se deve estar no sistema.


Faz-se-á delx, um perito naquilo que trabalha, tornando-x um/uma NÍVEL em perícia escolhida pela pessoa; assim como é um/uma NÍVEL em perícia escolhida pela pessoa; e por conseguinte um/uma NÍVEL em perícia escolhida pela pessoa; tal como NÍVEL em perícia escolhida pela pessoa.

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