fatal hamartia
Estamos em 438, datado pós a estadia da luz
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WIECHMANN, RADAMANTHYS

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WIECHMANN, RADAMANTHYS

Mensagem por Radamanthys Wiechmann em Ter Ago 09, 2016 10:49 pm

"Eis que surge umx novx herói/heroína, aquelx que se quer temeu enfrentar desafio de navegar pela caminho ao qual lhe trouxe à nós. Devo então, questionar-lhe o maior mistério: quem és o ser divino frente a mim?", ouço o homem dizer.

"Maravilhoso!"

Sua animação era um tanto quanto irritante mediante ao que havia respondido. "Peço tão somente que aguarde enquanto faço as minhas anotações. Novamente...", ele veio a continuar, retornando com uma pausa enquanto parecia relembrar tudo aquilo que eu havia dito.

"radamanthys wiechmann, nascidx em sete de novembro, tendo 23 anos anos, um filho de ares, especificamente, um assassino, certo?", ele questionou. Havia repetido todas as informações dadas por mim. Aquilo era sério? Pude tão somente assentir, remetendo aos poucos fatos que me eram importantes no passado, fatos que remetiam a minha história, a quem eu realmente era.

Minha história, até este momento, não é uma das mais felizes, muito menos o final. Aliás, que final? Não, este é só o início, ainda tenho muitas aventuras com minha turminha da pesada. Meu nome vocês já conhecem, eu tive uma infância briguenta, a única pessoa que me fazia voltar ao normal era o meu irmão mais velho, Aeacus. Não éramos do mesmo pai, porém, viemos do mesmo útero, era o que minha mãe contava. Aliás, não se apeguem a ela, ela morreu durante a minha infância, e a causa de sua morte eu só fui descobrir depois. Cresci tomando como certo e errado o que Aeacus decidia, minha visão do mundo foi um pouco distorcida durante os primeiros anos de minha vida, até eu ter opinião própria e tomar conhecimento de que o meu tutor de vida tinha sérios problemas mentais, lembram da morte de minha mãe? Pois é, nem preciso comentar quem foi o filho da puta. Com todo o respeito.

Assassino. Não, definitivamente esse não era o adjetivo que me caracterizava. Eu não mato as pessoas, eu as liberto desta realidade que na verdade é uma prisão, e eu sou a chave. Normalmente, essa liberdade não vem de graça, muito menos por decisão da pessoa, ou por julgamento meu, mas sim por alguma alma bondosa que me paga muito bem para que eu execute a ordem. Okay, talvez eu menti sobre o pagamento, nem sempre são generosos, mas eu sou uma pessoa que se contenta com pouco, apesar de toda complexidade de minha mente distorcida, eu sou simples.

Lembro até hoje do meu primeiro trabalho, eu era um garoto de onze anos, mas o porte físico já era de um adolescente entrando na fase adulta, uma herança de meu pai, segundo meu irmão mais velho. Durante uma atividade corriqueira para ganhar um dinheiro extra junto de mais três garotos da minha idade, eu tive um desentendimento com dois deles, falaram que eu não sabia executar muito bem o trabalho. Sim, eu fiquei puto, e presumo que não preciso contar que eu havia comprado uma briga, literalmente. Ligue os pontos, éramos quatro, fodi com dois, sobra um. O filho da puta sádico me pediu para guardar a raiva até recebermos o pagamento, e ele falou que se eu conseguisse desacordá-los, ganharia o pagamento dele, mesmo eu sabendo que ele iria furtar o pagamento dos outros dois.

Eu protagonizei o pôr do sol daquele dia, sentado em uma velha carroça de madeira ligada a um incrível número de zero cavalos. Havia sangue em minhas mãos, dois corpos a menos de um metro de distância de mim, rígidos e frio como gelo, a pele pálida por ausência de fluxo sanguíneo e a pupila dilatada perdida no além, eles estavam sem vida. Era para ser apenas uma briga simples, do tipo que eu consigo a proeza de provocar todo dia, mas essa foi diferente, eu senti, pela primeira vez, uma fúria que não me pertencia, provocada pelo fervor da batalha por estar apanhando nos primeiros momentos da luta pela desvantagem numérica, e aí, aconteceu. Segundo o meu “cliente”, depois de uma surra, eu me levantei e lutei como um animal, movido pela brutalidade, consegui desacordar um e bater no outro, não satisfeito, desferi inúmeros socos pesados no rosto de ambos, um por vez, até desfigura-los por completo. Ainda mantenho contato com o cara me pagou pelo serviço, hoje ele cresceu em tamanho e também em crueldade, acontece que uma divindade também fodeu a mãe dele e ele veio parar no mesmo local que eu, apesar do meu temperamento, nunca toquei um dedo no filho da puta, pois o cara e cruel, e muitas vezes é a crueldade dele que paga meu almoço.

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Re: WIECHMANN, RADAMANTHYS

Mensagem por Calypso em Qua Ago 10, 2016 6:04 pm

A cidadela te espera, meu caro. Nós sabemos perfeitamente tudo sobre sua jornada. Justo deve ser que possa construir sua vida novamente. Sophrosyne é toda sua, herói.


  • Aqueles nascidos do pai da guerra sangrenta, o sinônimo de um real guerreiro, criado em sob sua majestosa armadura;






  • Uma ferramente de características marcantes, o machado tem como sua singularidade seu tamanho e peso, sendo uma arma comum entre pessoas pessoas de grande porte ou de qualquer um que aprecie a capacidade de infligir incríveis quantidades de dano, como você. É necessário o uso das duas mãos para o manusear devido a sua extensão, devendo-se ter ciência que empunhada, seus ataques poderão ser beneficiados por ambos os lados, visto que o machado tem suas lâminas voltadas em direções opostas.


  • Mantendo uma ótima pontaria, você se diferencia pelo incomum, mantendo como segunda opção três pequenas lâminas que remetem facilmente sua aparência a de alguns punhais pelo tamanho. A lança não lhe fora uma escolha, utilizando de adagas próprias para cortarem o ar, permitindo que possam ser lançadas rumando seu oponente.

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